segunda-feira, 9 de novembro de 2009

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Seminário discute Água e Mudanças Climáticas

“Recursos Hídricos e litoral: o impacto das mudanças climáticas” será o tema do seminário realizado no próximo dia 14 de novembro, às 14hs30, como parte do ciclo de palestras da Escola de Formação da Juventude que este ano debate questões relacionadas as mudanças climáticas. O evento acontece no auditório da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na rua Solón Pinheiro, 915, José Bonifácio. O seminário será aberto ao público.

Para falar sobre o assunto estarão presentes José Wilmar da Silveira Neto Doutor em Engenharia Civil (Recursos Hídricos) pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e Pós-Doutorado pela Universidade de Ciências Aplicadas de Colônia (Alemanha) e Ismália Dias, doutoranda em Ciências Marinhas Tropicais pela UFC e pesquisadora do Laboratório de Zoobentos – LABOMAR.

A Escola de Formação da Juventude é organizada pela Juventude Alternativa Terrazul em parceria com o Fundo de Apoio para a Dinamização das Organizações Comunitárias de Base (FADOC). Além do projeto, a Juventude Terrazul está coordenando a Campanha de Ação Global pelo Clima (Campanha TicTacTicTac) no Ceará cuja próxima atividade será no dia 12 de dezembro, quando estarão acontecendo as negociações da COP-15 em Copenhague.

Serviço: Seminário Recursos Hídricos e litoral: o impacto das mudanças climáticas, dia 14 de novembro, às 14hs, no auditório da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na rua Solón Pinheiro, 915, José Bonifácio

Mais informações com a equipe do Terrazul pelos telefones (85) 3281- 0246 ou pelo e-mail juventudeterrazul@gmail.com

sábado, 31 de outubro de 2009

Nota sobre CÓDIGO AMBIENTAL RURALISTA

A Câmara dos Deputados instalou recentemente uma Comissão Especial criada para analisar as propostas de alteração do Código Florestal, incluindo o projeto de Lei de Código Ambiental de autoria do presidente da Frente Parlamentar Ruralista e que pretende revogar e alterar as principais leis ambientais brasileiras: lei de crimes ambientais, Código Florestal, lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação e lei da Política Nacional de Meio Ambiente.

O processo de instalação dessa Comissão, que levou a uma composição notoriamente tendenciosa, formada por maioria de membros da bancada ruralista e que, portanto, não representa a diversidade de setores da sociedade brasileira interessada na sustentabilidade do nosso desenvolvimento, aponta para intenções retrógradas de eliminar direitos e flexibilizar garantias socioambientais conquistadas ao longo dos últimos 21 anos de vigência da Constituição Federal brasileira de 1988.

Nos últimos meses o governo brasileiro e o Congresso Nacional tomaram decisões temerárias sobre a legislação ambiental. A revogação da legislação da década de 1990 que protegia as cavernas brasileiras; a aprovação da MP 458 que incentivou a grilagem de terras, a concentração fundiária e o avanço do desmatamento ilegal na Amazônia; a edição do Decreto 6848, que, ao estipular um teto para a compensação ambiental de grandes empreendimentos, contraria decisão do Supremo Tribunal Federal, que vincula o pagamento ao grau dos impactos ambientais.

Além disso, o governo brasileiro tem negligenciado a política ambiental, mantendo paralisados na Casa Civil da Presidência da República várias propostas de criação de unidades de conservação.As organizações da sociedade brasileira abaixo assinadas denunciam esse ataque à legislação ambiental. É inaceitável que às vésperas da reunião da Convenção de Clima, em Copenhague, momento em que o Brasil discute compromissos de redução do desmatamento, e das emissões de gases causadores do efeito estufa, o Congresso Nacional tente promover retrocessos na legislação ambiental.

Os compromissos de redução de desmatamento que o Brasil assumiu não serão alcançados e as áreas hoje ambientalmente comprometidas jamais serão recuperadas se o marco regulatório existente for desconfigurado, como propõe a Bancada Ruralista com a conivência e o apoio da base do Governo no Congresso Nacional.

Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento
Sustentável - FBOMS
Grupo de Trabalho Amazônico - GTA
Rede de ONGs da Mata Atlântica - RMA
Fórum Carajás
Assembléia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente do Estado do Rio de
Janeiro - APEDEMA-RJ
Associação Alternativa Terrazul
Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida - APREMAVI
Associação de Proteção ao Meio Ambiente - APROMAC
Centro de Estudos Ambientais - CEA
Ecologia & Ação - ECOA
Fundação Vitória Amazônica - FVA
Greenpeace
Grupo Ambientalista da Bahia - GAMBA
Grupo de Defesa e promoção Socioambiental - GERMEN
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC
Instituto Centro Vida - ICV
Instituto de Estudos Socioeconômicos - INESC
Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola - IMAFLORA
Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia - IMAZON
Instituto Ipanema
Instituto Socioambiental
Instituto Socioambiental da Baía da Ilha Grande - ISABI
4 Cantos do Mundo
Mater Natura - Instituto de Estudos Ambientais
Movimento pela Despoluição, Conservação e Revitalização do Rio do Antônio - MODERA
Programa da Terra - PROTER
TNC
WWF Brasil

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Belo Monte não passará!

FOTO: reporterbrasil.org.br
Moção de solidariedade aos povos originários e às populações tradicionais do Xingu, contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte

Nós, movimentos sociais, organizações e redes da sociedade civil, reunidos no seminário “Clima e Floresta em debate: REDD e mecanismos de mercado como salvação para a Amazônia?” expressamos nossa solidariedade às lutas dos povos originários e das populações tradicionais do Xingu, em resistência à construção da Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte.

No momento em que a comunidade internacional se prepara para debater soluções para o aquecimento global no âmbito da COP 15 na Dinamarca, incluindo a discussão sobre mecanismos para a preservação das florestas como meio de redução das emissões de gases de efeito estufa, denunciamos que a Amazônia é hoje alvo de grandes projetos de infraestrutura, que agravam a degradação do meio ambiente e aprofundam o modelo de desenvolvimento responsável pelas mudanças climáticas.

Neste contexto, condenamos particularmente os projetos de grandes usinas hidrelétricas como alternativas de energia limpa, como é o caso do projeto de construção da UHE de Belo Monte sobre o Rio Xingu. O discurso utilizado para legitimar projetos de construção de barragens, considera apenas o metano emitido na superfície do lago, sem sequer mencionar as emissões das turbinas e vertedouros. Esta é uma distorção ainda mais grave no caso de Belo Monte do que para outras barragens, uma vez que, do modo como está planejado o projeto, haverá um grande volume de água passando pelas turbinas, o que leva a uma maior emissão de gases.

A energia que será gerada em Belo Monte, atenderá, sobretudo, à demanda de grandes empresas eletro-intensivas, que contribuem para a destruição da Amazônia em nome do saqueio e da exportação de nossos recursos naturais. Enquanto isso, por exemplo, aproximadamente onze mil pessoas da Reserva Extrativista Verde Para Sempre, localizada no município de Porto de Móz, permanecerão sem acesso à energia elétrica. A construção de Belo Monte atingirá 13 municípios e 18 aldeias indígenas e representa uma ameaça ao modo de vida dos povos originários, das populações tradicionais da Amazônia e de moradores e moradoras das áreas rurais e urbanas, verdadeiros interessados na preservação da floresta, bem como às suas culturas ancestrais. Trata-se, portanto, de um potencial crime sócio-ambiental, que ampliará a dívida social e ecológica da qual os povos amazônidas são credores.

Condenamos ainda a criminalização dos movimentos sociais que há mais de 20 anos vem resistindo contra a construção da UHE Belo Monte, e cujas lideranças vem sofrendo um agravamento das difamações e ameaças de execução desde a intensificação do debate em volta da construção da usina.

Os problemas enfrentados no esforço de preservação da Amazônia são graves e urgentes, mas não podemos nos deixar enganar por falsas soluções imediatistas. Só uma grande aliança firmada entre os povos da floresta será capaz de barrar a ofensiva do grande capital sobre a Amazônia. Belo Monte não passará!

Belém, 03 de outubro de 2009


ASSINAM:

FASE – SOLIDARIEDADE E EDUCAÇÃO

FAOR - FORUM DA AMAZÔNIA ORIENTAL

UNIPOP - INSTITUTO UNIVERSIDADE POPULAR

GEAM/UFPA – GRUPO DE ESTUDOS EM CULTURA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL

FÓRUM CARAJÁS

IAMAS – INSTITUTO AMAZÔNIA SOLIDARIA E SUSTENTÁVEL

REBRIP – REDE BRASILEIRA PELA INTEGRAÇÃO DOS POVOS

ASSOCIAÇÃO CIVIL ALTERNATIVA TERRAZUL

SOCIEDADE EM DEFESA DOS DIREITOS SEXUAIS NA AMAZÔNIA

ASSOCIAÇÃO AGORECOLÓGICA TIJUPA

REDE DE AGROECOLOGIA DO MARANHÃO

ARTICULAÇÃO NACIONAL DE AGROECOLOGIA – AMAZÔNIA

STTR – SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE SANTARÉM

FETRAF – FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS NA AGRICULTURA FAMILIAR DO BRASIL

FEAB – FEDERAÇÃO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL

IDEIAS - INICIATIVA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

APA-TO – ALTERNATIVA PARA PEQUENA AGRICULTURA NO TOCANTINS

APACC – ASSOCIAÇÃO PARAENSE DE APOIO AS COMUNIDADES CARENTES

CNBB NORTE 2 – CONSELHO NACIONAL DO LAICATO DO BRASIL.

MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES

GMB – GRUPO DE MULGERES BRASILEIRAS

AMIGOS DA TERRA BRASIL

FÓRUM DAS MULHERES DA AMAZÔNIA PARAENSE

REDE ALERTA CONTRA O DESERTO VERDE

REDE GRASIL SOBRE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS MULTINACIONAIS

REDE JUBILEU SUL BRASIL

FAOC – FORUM DA AMAZÔNIA OCIDENTAL

MOVIMENTO TAPAJOÓS VIVO

FORUM DOS MOVIMENTOS SOCIAIS DA BR 163 – PARÁ

MMCC – ITAITUBA

COORDENAÇÃO ESTADUAL DAS COMUNIDADEWS QUILOMBOLAS DO ESPIRITO SANTO

FORMAD

SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE CAMETÁ

REDE DE MULTIPLICADORES

CNS – CONSELHO NACIONAL DAS POPULAÇÕES EXTRATIVISTAS

NACE – NÚCLEO DE AGROECOLOGIA DO CERRADO

ARPA – ASSOCIAÇÃO REGIONAL DE PRODUTORES AGROECOLÓGICOS

MST – MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA

TERRA DE DIREITOS

SDDH – SOCIEDEDE PARAENSE DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vídeo Campanha Tic Tac 21/09

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

I Semana de Educação Ambiental da Oceanografia: Sua Praia, Seu Mar, Seu Mundo!

Organizada pelos alunos do curso de Oceanografia da Universidade Federal do Ceará, a semana é um projeto educacional multidisciplinar que visa informar a população sobre as praias, quais organismos que nela vivem e sobre o porquê e como conservá-las. A idéia é educar com divertimento, beleza e interatividade.
A semana contará com exposição temática de fotografias, material biológico, lixo encontrado nas praias, vídeos e banners informativos e ilustrativos como artifícios educacionais. Será abordado de forma leve e educativa a biodiversidade das praias, a conservação de falésias e dunas, os problemas da poluição e da valorização das praias cearenses, bem como a atuação do oceanógrafo e o que é Oceanografia. Haverá também a realização de palestras, oficinas e mini-curso (Permacultura) durante o evento.
Toda a programação é livre e gratuita.


Data de realização da semana: 1º a 11 de outubro de 2009.
Local: Espaço Mix, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Realização: Centro Acadêmico Icaro de Sousa (CAIS) e Labomar.
Mais informações: cais-oceanografia@bol.com.br


Blog: http://www.sua-praia.blogspot.com/

terça-feira, 29 de setembro de 2009

As inscrições para a publicação GEO Juvenil Mercosul serão aceitas até dia 15 de outubro de 2009

Os interessados em participar da publicação devem enviar seus trabalhos para o e-mail brasil@geojuvenil.org.ar aos cuidados de Ediane Soares ou Gabriela Batista até o dia 15 de outubro de 2009.


Serão aceitos trabalhos que tratem de questões relacionadas a atuação da juventude na questão ambiental, alternativas de produção e consumo, biomas das diversas regiões do país, relatos de experiências com resultados positivos para o desenvolvimento sustentável e etc. Podem ser em forma de ensaios breves, fotografias, desenhos, letras de músicas, charges e etc.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Seminário discute Ar e Mudanças Climáticas

O Ar e as mudanças climáticas” será o tema do seminário realizado no próximo dia 03 de outubro, às 14hs30, como parte do ciclo de palestras da Escola de Formação da Juventude, projeto realizado pela Juventude Alternativa Terrazul. O evento acontece na Sala de Laboratório do IMPARH (Instituto Municipal de Pesquisa, Administração e Recursos Humanos) situado à Avenida João Pessoa, 5609, Montese. O seminário é aberto ao público em geral.

O ar tem sido o elemento mais afetado dentro do contexto das mudanças climáticas. As taxas de concentração de CO2, por exemplo, chegam a 387 ppm (parte por milhão). Para manter a sustentabilidade do planeta, o ideal é que esse número seja de 350 ppm. Para falar sobre a questão do Ar estarão presentes o Vereador e Professor da Faculdade Sete de Setembro (Fa7), João Alfredo Teles, e o Professor da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Alexandre Araújo Costa.

A Escola de Formação da Juventude é organizada pela Juventude Alternativa Terrazul em parceria com o Fundo de Apoio para a Dinamização das Organizações Comunitárias de Base (FADOC). Além do projeto, a Juventude está realizando ações da Campanha de Ação Global pelo Clima (Campanha TicTacTicTac) no Ceará.

Serviço: Seminário Ar e Mudanças Climáticas, dia 03 de outubro, às 14hs30, no IMPARH (Avenida João Pessoa, 5609, Montese).

Mais informações pelo telefone 3281.0246 ou pelo e-mail juventudeterrazul@gmail.com.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Eita Política! *

Agora e sempre quero conhecer nosso modo de viver. Falo, realizo ações e escrevo para que possa aprender mais e mais e ser também protagonista da nossa história de gente organizada que realmente deseja o bem comum.

A sociedade elege seus governantes. O povo escolhe os seus representantes. O interesse comum é defendido por políticos. Mas, hoje é tempo ainda de ver e reverter um quadro inaceitável: as pessoas que escolhem seus governantes nem sabem, na maioria dos casos, o que este vai realmente fazer quando eleito. Simplesmente acham que os governantes devem estar no governo para cumprir promessas.

Creio que o grande problema esteja na ignorância política. Temos médicos, pedreiros, donas de casa, empresários, professores, eletricistas, programadores, artistas, carpinteiros, bombeiros, estudantes e tantos outros segmentos da sociedade que ainda não se dão conta que são seres políticos. O tema política só é aceito quando é hora de votar. Sei que parece redundante, mas é fato. Como reverter a situação? A quem interessa deixar tudo como está?

A solução é acender as luzes! O que faz um senador? E que educação os maus políticos tiveram? Cadê os valores? Ah sim, na TV!? Está nos livros didáticos que agora tem reforma ortográfica e nada falam sobre política, não na íntegra, desde a câmara dos vereadores até o Planalto e outros tantos assuntos que interessam de verdade.

Precisamos saber o que está por trás da faixa de presidente ou de outros cargos importantes, estes por vezes parecem castrar ideais de verdadeiras mudanças e amordaçar vários partidos e políticos. Qual é o medo? De levar o País a um caos? Nossas vidas podem ser abaladas pela desordem econômica? Mais fome, violência, retrocesso, doenças e tantas outras desgraças? É isso? Na figura de alguns políticos vejo chantagistas dentro de ternos e suas gravatas engomadinhas se passando por políticos sérios. Como isso foi acontecer? É que até quem era um “revoltado político” agora é um homem bonzinho que se abraça com um político explicitamente cara-de-pau. Fernando Collor de Melo, não precisa ter maiores esclarecimentos políticos para saber o que este nome representa. Mas seria ruim para a política nacional punir severamente quem fez pouco da nação! Então leve um abraço fraterno do nosso presidente.

Minha inquietação não quer respostas, mas questionamentos feitos por todas/os que formam a sociedade. Grito para que eu também acorde e não dê de cara com um país ou um mundo estagnado e boquiaberto com a realidade de desigualdade e violência, que por mais silenciosos que pareçam, são de proporções gigantescas e inaceitáveis para quem quer o bem, a “vida boa” para todas/os!

Tenho clara visão que a verdadeira crise que hoje vivemos é a de valores. Somos pessoas que fazem a política que aí está e a economia nossa de cada dia. Todo dia sinto que uma força invisível grita ao meu ouvido dizendo que eu nada posso fazer. Que outros em quem acredito não querem o mesmo que eu. E que a luta sempre será vã, umas passeatas, gritos, grupinhos e boa vontade é o máximo que posso realizar. Mas, outras forças, com gritos maiores e claros afirmam que toda e qualquer ação é transformadora se for verdadeira. Se os que se sentem incapazes de transformar o Mundo em que vivem despertassem, veriam a força que tem. O poder de mudança não é medida em escala de nível social, posse de bens... É a consciência que conta.

Se me envergonho dos políticos, empresárias/os e todas/os que se corrompem por dinheiro, então vou à luta. Quero justiça. Quero educação para tod@as, educação de verdade, dentro e fora das escolas. Quero ter serviços públicos de qualidade, na área da saúde, educação, previdência e infra-estrutura... E quero ainda ver sentido em empregar meu voto e fazer valer minha condição de cidadã brasileira. Será que é querer demais? Nós que queremos respeito aos nossos direitos temos muito o quê fazer. Cada um tem seu jeito de contribuir. E você?


“Preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer”. (Luís Fernando Veríssimo)

*Edineuda Soares. Estudante de economia da Universidade Federal do Ceará - UFC e militante ambientalista membro da Juventude Alternativa Terrazul.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

21 de setembro: o mundo dá seu recado aos líderes

Praia do Futuro foi um dos lugares escolhidos para a realização da Ação no Ceará

Cerca de 2500 eventos em todo planeta mobilizaram as sociedades num pedido urgente para a COP-15. No Brasil, o ministro Carlos Minc assinou a campanha TicTacTicTac


São Paulo, 21 de setembro de 2009 – O mundo acordou hoje disposto a dar um recado: exigir que as lideranças globais aprovem um acordo justo, ambicioso e comprometido na 15ª Conferência das Partes (COP-15) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. A cúpula de governos mundiais se reunirá em Copenhague, Dinamarca, de 7 a 19 de dezembro de 2009.

Com 2.472 atividades registradas em todos os continentes, o “The Global Climate Wake up Call” (Hora de Acordar Global) é uma iniciativa da Campanha TicTacTicTac, e somou vitórias nas primeiras horas de mobilização. Na Europa, por exemplo, o primeiro ministro do Reino Unido, Gordon Brown, afirmou, em conversa telefônica durante uma flashmob (mobilização relâmpago)realizada na cidade de Londres, o seu compromisso em defender um acordo climático mais justo e que atenda as necessidades das atuais e futuras gerações.

Em Paris, na França, foram 17 atividades. Em uma delas, mais de 400 pessoas se reuniram nas escadarias da Sacré Couer e promoveram um apelo sonoro para chamar a atenção do presidente Nicolas Sarkosy.

Hora de Acordar no Brasil

O Brasil desempenha um papel fundamental nas negociações sobre o clima e a sociedade brasileira fez sua parte e deu o recado: foram 211 eventos, de todos os tipos e tamanhos, com um único objetivo de pressionar o presidente Lula a defender um acordo amplo e efetivo na COP-15. Entre as centenas de iniciativas, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma importante conquista: o comprometimento do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em lutar pela definição de um posicionamento-chave do Brasil nas questões relacionadas às mudanças climáticas. O ministro, que compareceu a um evento de plantio de árvores no Jardim Botânico, recebeu das mãos do vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, a plataforma da TicTacTicTac e participou do abaixo-assinado da campanha.

Em São Paulo, entre as 17 iniciativas cadastradas, três flashmobs aconteceram na Avenida Paulista. Um grupo reunido nas escadarias da Gazeta caminhou até o vão livre do MASP e após uma manifestação, que incluiu de ‘barulhaço’ à yoga e meditação, seguiu até a frente do Conjunto Nacional, onde foi instalado um banner com a contagem regressiva para a COP-15.

A Hora de Acordar Global faz parte da campanha TicTacTicTac, uma aliança inédita de organizações não-governamentais (ONGs), sindicatos, grupos religiosos e pessoas que busca mobilizar, por meio de um amplo abaixo-assinado, organizações, públicas e privadas, redes e a sociedade em geral para pressionar os governos das nações que participarão da COP-15. Todas as assinaturas colhidas no abaixo-assinado fazem parte do banco de dados da campanha mundial. Além disso, a campanha incentiva toda a sociedade civil a proativamente organizar ações paralelas para debater o tema, podendo divulgá-las no site www.tictactictac.org.br. No endereço, também é possível
acompanhar a agenda de ações em todos os países participantes da campanha.

Imagens das ações do dia 21 no Brasil e no mundo estão disponíveis no endereço http://www.flickr.com/photos/avaaz.

Sobre a GCCA-BR

Lançada no primeiro semestre de 2009, a Campanha Global de Ações pelo Clima (GCCA-BR), batizada de Campanha TicTacTicTac, possui um Conselho Consultivo composto por uma grande variedade de personalidades e organizações representativas da sociedade brasileira, incluindo: Avaaz, Greenpeace, Idec,Inesc, Idecri, Oxfam, Vitae Civilis, WWF-BR, Instituto Ethos, Akatu e MST.

Mais informações: www.tictactictac.org.br

As atividades da campanha global estão disponíveis no site http://tcktcktck.org.

Assista o Vídeo da Campanha


Adaptação - feito pela Y&R





Campanha TicTacTicTac




Fonte: Assessoria da Campanha TicTacTicTac